domingo, maio 28, 2006

OVELHA NEGRA na C.C.M.Q.

foto: Cláudio Facchel

OVELHA NEGRA
a versão do rebanho
Não fique contando carneirinhos e abandone já sua pele de cordeiro, assista OVELHA NEGRA - a versão do rebanho e venha alterar sua visão sobre as coisas, pois nem sempre elas são como parecem...

OVELHA NEGRA - a versão do rebanho, o mais recente espetáculo da Companhia Ameixa Fúcsia, está voltando para mais uma temporada. Trata-se de um trabalho rico em imagens e sonoridades, que leva o espectador a vivenciar uma experiência curiosa e questionar paradigmas estabelecidos pela nossa sociedade.

A direção é de Luciane Panisson e no elenco: Cícero Neves, Magali Hochberg, Letícia Schwartz, Patrícia Ragazzon e Patrícia Sacchet.

OVELHA NEGRA - a versão do rebanho
De 02 de Junho a 02 de Julho
Sala Carlos Carvalho
(Casa de Cultura Mário Quintana)
Sextas, Sábados e Domingos, às 19 horas
*Ingressos: R$ 10,00

*Descontos:
- 50% de desconto para Clube do Assinante ZH;
- 50% de desconto para idosos;
- 50% DE DESCONTO A TODOS AQUELES QUE TIVEREM UM BOM ARGUMENTO PARA SE CONSIDERAR “OVELHA NEGRA” !

quinta-feira, abril 06, 2006

"OVELHA NEGRA" na COPAL da Ilha dos Marinheiros

OVELHA NEGRA - a versão do rebanho

Nada como um dia atrás do outro com uma noite no meio

Foto: Gustavo Muller


OVELHA NEGRA - A VERSÃO DO REBANHO, o mais recente espetáculo da Cia. Ameixa Fúcsia, fez apresentação única na COPAL da Ilha dos Marinheiros no dia 12 de abril às 17 horas.

Na ocasião foram doados à população mais carente da Ilha os mais de 200 utensílios domésticos arrecadados durante a temporada do espetáculo, realizada na Usina do Gasômetro em Novembro e Dezembro do ano passado.

OVELHA NEGRA - A VERSÃO DO REBANHO conta com o financiamento do FUMPROARTE, e já tem nova temporada agendada em Porto Alegre - de 02 de Junho a 02 de Julho, sextas, sábados e domingos, às 19h, na Sala Carlos Carvalho, da C.C.M.Q.

quarta-feira, dezembro 14, 2005

Espetáculo de Educação para o Trânsito

Iustração: Julio Cesar Moreira de Almeida

ASSET – EPTC – PMPA


apresentam


“COM LICENÇA, PRECISO PASSAR!”


A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), por meio da Assessoria de Educação para o Trânsito (ASSET), vem desenvolvendo atividades pedagógicas com o objetivo de estimular a reflexão sobre a necessidade de mudanças de atitude e comportamento no trânsito.

O Grupo Trilhas e Percalços, da ASSET, dentro desta proposta, traz à cena "Com licença, preciso passar!" - um espetáculo infantil divertido e bem humorado, que tem por objetivo conscientizar as crianças sobre a importância da organização e da segurança no trânsito. Trata-se de uma forma lúdica de aprender a conviver, com respeito e tranqüilidade, nas ruas de nossa cidade, tomando como exemplo a atitude dos bichinhos da floresta.

SINOPSE

A Praça, no centro da floresta, é um local muito movimentado. O Mola, o Tromba, a D. Quitéria Vagarosa e os outros animais lá se encontram, brincam e trabalham. Somente Leo percebe que a praça está na maior bagunça, e tenta incansavelmente organizar o movimento e o uso do espaço. Numa tentativa desesperada, sinaliza a praça de forma arbitrária - todo e qualquer movimento fica proibido naquele espaço. Como reverter esta situação de forma que ninguém saia prejudicado e que todos aprendam a compartilhar amigavelmente a praça?


FICHA TÉCNICA

TEXTO:

Criação Coletiva sobre argumento de Iaraci de Souza Silva / Dramaturgia: Magali Hochberg

DIREÇÃO:

Magali Hochberg

ELENCO:

Iaraci de Souza Silva, José Nilson Padilha Bueno e Rafael da Rosa

CENÁRIO, ACESSÓRIOS CÊNICOS E ADEREÇOS:

Maíra Coelho e Patrícia Preiss

FIGURINOS:

Magali Hochberg (criação) e Margarida Rache (confecção)

MÚSICA:

Roberto Kopp e Caio Amon

ILUSTRAÇÃO:

Julio Cesar Moreira de Almeida

REALIZAÇÃO:

ASSET – EPTC – PMPA


A estréia do espetáculo (para funcionários da EPTC e suas famílias) ocorreu no dia 22 de Dezembro de 2005, na ASSETRAN.


A partir de Maio de 2006, a ASSET estará agendando apresentações em escolas e pré-escolas que tenham interesse em desenvolver um projeto de educação para o trânsito.

Entre em contato com a ASSET pelo telefone: 32894427

Foto: Gustavo Muller, divulgação/ZH
Roger Lerina
CONTRACAPA - 2º CADERNO da ZH

Olha só que bacana: o espetáculo Ovelha negra - A versão do rebanho (em cartaz até o dia 18, de sextas a domingos, na sala 309 da Usina do Gasômetro) pede um utensílio doméstico em bom estado em vez de cobrar ingresso ou exigir a doação de alimentos. A Cia. Ameixa Fúcsia já arrecadou mais de uma centena de objetos com esse ingresso singular - tem ferro de passar roupa, colher de pau, talheres, canecas, peneiras, funil, conchas, potes de plástico, martelo de carne, jarra, xícaras, escorredores de louça e de massa, térmica, panelas, espremedor de laranjas, tábua de carne, coadores... Essa traquitana toda será doada em março para os moradores da Ilha Grande dos Marinheiros, depois de uma apresentação da peça. Segundo a produtora do espetáculo, a atriz Letícia Schwartz, são pedidos utensílios na entrada por causa da relação com a temática da montagem do texto de Jorge Rein sobre improvisações livremente inspiradas em conto de Italo Calvino: habitantes de um vilarejo que entram na casa dos outros e se apropriam dos bens alheios.

sábado, dezembro 03, 2005

Ovelha Negra - crítica de Antônio Hohlfeldt

Antônio Hohlfeldt - cultura@jornaldocomercio.com.br

02/12/2005

Um espetáculo estranho


Estranho, curioso: dark. Não encontro outro adjetivo para caracterizar Ovelha negra: A versão do rebanho, criação coletiva do grupo Ameixa Fúcsia, com dramaturgia de Jorge Rein e direção de Luciane Panisson.Num primeiro momento, é quase um ritual. O espectador é convidado a colocar uma venda nos olhos e conduzido para dentro do espaço cênico onde ouve falas cochichadas ao ouvido e depois textos que se entrecruzam. Então, é um ritual, mesmo, que está acontecendo em cena, quando somos todos convidados a retirar a venda. O que visualizamos é uma prédica religiosa que envolve uma pregadora e alguns devotos.
O espaço cênico de Álvaro Vilaverde é totalmente "dark": objetos espalhados por todo o espaço, pedaços de pano, sobras do que parece uma guerra. É um espaço marginal, sem dúvida. E ali (sub)sobrevivem seres humanos marginais. Felizmente, a dramaturgia escapa de simpatias simplórias: as pessoas resolvem a seu modo os seus problemas, mas respeitam uma espécie fundamental de mandamento: a cada dia, após o encontro religioso, vão umas às casas das outras, onde buscam objetos e coisas propositadamente deixados para serem apanhados. Uma espécie de socialização que, um belo dia, é quebrada com a chegada de um estranho, por isso mesmo denominado de Ovelha Negra.
Que é uma fábula, não tenho dúvidas. Que se trata de defender a concepção socialista e comunitária de vida, também não. Que para isso tudo idealizou-se um espetáculo denso, difícil de ser realizado e interpretado, igualmente fica evidente. Aliás, o elenco jovem, composto por Cícero Neves, Letícia Schwartz, Magali Hochberg, Patrícia Ragazzon e Patrícia Sacchet, faz das tripas coração para cumprir com todas as exigências, o que não é de modo algum fácil. Neste sentido, sem ter nenhum grande intérprete, até porque o elenco é muito jovem para o desafio que lhe é colocado, o conjunto é harmonioso e respeitável, por todo o esforço que realiza com convicção.
O resultado de todo o trabalho é, como disse desde o início, um espetáculo denso, tenso, estranho e dark. É dark na maneira como apresenta o tema, é escuro no modo como a cena se desenvolve. É pesado pelas alternativas buscadas e pelo propositado rebuscamento, aliás, muito identificado com a dramaturgia de Rein, que gosta de textos ambíguos, pequenas piadas rápidas, personagens e tipos incomuns. O que se pode dizer é que durante quase hora e meia é difícil desviar a atenção da cena, mesmo com as cadeiras pouco confortáveis, com o calor e com a complexidade do trabalho. Às vezes cansa, a gente se distrai: mas em seguida acontece algo novo em cena e lá estamos nós, de novo, a prestar-lhe atenção. Se esses foram os objetivos do grupo, pode-se garantir que foram atingidos.
Distantemente inspirados em Ítalo Calvino, como explica a diretora, fica a provocação e a sugestão. Conheça esse espetáculo: na pior das hipóteses, você não passará incólume por ele.

quinta-feira, novembro 24, 2005

"OVELHA NEGRA" - no site da APLAUSO

Foto: Cláudio Facchel
Italo Calvino em experiência sensorial


Duas estranhezas permeiam o espetáculo Ovelha Negra – A Versão do Rebanho, montagem do grupo Ameixa Fúcsia que traz para o palco a adaptação de um conto do italiano Italo Calvino. A primeira delas é a forma de ingresso: um utensílio doméstico, que pode ser desde uma bacia até uma caixa de fósforos. A segunda, mais radical: nos primeiros dez minutos, a platéia “assiste” ao espetáculo de olhos totalmente vendados. Nesse tempo, é apresentada a uma experiência sensorial sobre o cenário em que se desenvolverá a trama. Só depois inicia a história de um vilarejo onde os habitantes trocam, a cada noite, seus utensílios domésticos num ritual mágico e harmônico típico de Calvino.

Então está explicado o ingresso: os utensílios são parte da dramaturgia, criada coletivamente pelo grupo e redigida pelo uruguaio Jorge Rein. Mas e as vendas nos olhos? “A proposta surgiu de uma brincadeira”, conta a produtora Letícia Schwartz. Nas leituras do texto, um grupo de amigos que assistia aos ensaios acabou tapando os olhos para radicalizar as pesquisas sonoras que sempre caracterizaram o Ameixa Fúcsia. “O pessoal gostou e decidimos levar esse formato para o palco”, continua. Segundo ela, a experiência permite que cada espectador crie sua própria cidade imaginária a partir dos sons e dos diálogos, para depois ser confrontado com o cenário real da montagem.

No primeiro fim de semana em cartaz, não houve sustos na platéia. “Não há nenhum contato físico de atores com o público”, tranqüiliza Letícia. Depois desse início sensorial, a peça segue seu curso mostrando a quebra no equilíbrio da tal comunidade com a chegada de um forasteiro que não está habituado ao ritual da troca de objetos. O espetáculo, que segue em cartaz na sala 309 da Usina do Gasômetro (av. João Goulart, 551), em Porto Alegre, até 19 de dezembro, tem direção de Luciane Panisson. As sessões ocorrem de sextas a domingos, sempre às 20h. Em tempo: os utensílios arrecadados como ingresso serão doados aos moradores da ilha da Pintada.

Texto publicado no site da revista APLAUSO - sessão NOTAS - confira no link abaixo:
http://www.aplauso.com.br/site/portal/detalhe_notas.asp?campo=454&secao_id=17

quarta-feira, novembro 09, 2005

"OVELHA NEGRA - a versão do rebanho"

Fotografia: Cláudio Fachel.

COMPANHIA AMEIXA FÚCSIA
apresenta

"OVELHA NEGRA
a versão do rebanho"

Em certo vilarejo, todos têm por hábito entrar à noite na casa de outro e pegar seus pertences. Voltam de madrugada, carregados, e encontram a própria casa vazia. Essa situação se repete noite após noite e envolve todos os habitantes. Dessa forma vivem em paz, sem prejuízo e sem diferenças sociais, até que a chegada de um forasteiro, alheio às práticas do lugar, vem perturbar essa tranqüila organização.

Através dessa parábola, propõe-se a discussão de princípios morais e éticos sobre os quais nossa sociedade está calcada, tais como os conceitos de coletividade, honestidade e a priorização dos bens materiais.

OVELHA NEGRA, projeto financiado pelo FUMPROARTE da SMC - PMPA, tem texto de JORGE REIN e direção de LUCIANE PANISSON. No elenco estão CÍCERO NEVES, LETÍCIA SCHWARTZ, MAGALI HOCHBERG, PATRÍCIA RAGAZZON e PATRÍCIA SACCHET.

QUANDO? De 18/Novembro a 18/Dezembro
Sextas, Sábados e Domingos, sempre às 20h

ONDE? Na sala 309 da Usina do Gasômetro

INGRESSO: 1 utensílio doméstico em bom estado

domingo, novembro 06, 2005

Gatos e Ratos


Há quase 3 anos o Caio Amon me convidou para um projeto no qual ele e o Nico Monastério estavam trabalhando...

O livro "Gatos e Ratos", acompanhado de CD com contação musicada (do qual eu participo cantando) foi financiado pelo FUMPROARTE (Secretaria Municipal da Cultura de POA) e finalmente será lançado amanhã, dia 07 de Novembro, na 51ª Feira do Livro de Porto Alegre!!!

O lançamento ocorrerá na esquina das histórias, área de literatura infanto- juvenil, às 16h.

E às 19:30h terá uma sessão de autógrafos com os autores do livro (Nico Monastério , Caio Amon e Ane Greemland) no Pavilhão dos autógrafos.

Estou muito feliz com a realização deste projeto!!!

terça-feira, julho 19, 2005

ALGUMAS PESSOAS PROCURAM A FELICIDADE...

Foto: Breno Ketzer
A edição de Julho do Leitura Dramática
apresenta o texto

"ALGUMAS PESSOAS PROCURAM A FELICIDADE
E MORREM DE TANTO RIR",

de Sibylle Berg, com Direção de P.R.Berton

A peça tem como tema a reflexão sobre a existência da felicidade.
Sete pessoas se deparam, repentinamente, frente a frente num lugar desconhecido, dando início a um acerto de contas coletivo, para tentar decifrar a essência do conceito de felicidade.

Elenco com Carolina Wist, Graça Nunes, Magali Hochberg, Janaina Pelizzon, Cláudio Benevenga, Paulo Vicente e João Thomsen.

DATA: 19 de Julho de 2005 (Terça-feira)
HORA: 19h (senhas a partir das 17h)
LOCAL: Sala Carlos Carvalho, da C.C.M.Q.

Atrizes enforcam diretor...

Foto: Breno Ketzer

"ALGUMAS PESSOAS PROCURAM A FELICIDADE
E MORREM DE TANTO RIR"

domingo, julho 10, 2005

OVELHA NEGRA, a versão do rebanho


"...Tivemos o prazer de vivenciar 20 minutos do que virá a ser a peça, mas já foi possível constatar que a pesquisa da Cia. sob a direção de Luciane Panisson está a caminho de algo inovador sem pretensões..."

"...o caminho da Cia. está traçado para levar muita gente ao teatro...Prepare-se para viver uma experiência que vai além das possibilidades apresentadas nos palcos da Cidade, uma experiência que nos toca, nos envolve, gradualmente, em áreas do cérebro que cada vez mais estão adormecendo..."


Esses são trechos do que Hermes Bernardi Jr. publicou em seu BLOG depois de assistir à apresentação de "OVELHA NEGRA, a versão do rebanho", durante o Projeto Cena em Construção - confira o texto completo em - http://na_coxia.zip.net

As apresentações dentro do Cena em Construção ocorreram nos dias 08 e 09 de Julho, na sala 505 da na Usina do Gasômetro, e foram seguidas de bate-papo com o público sobre o processo de criação do texto e da montagem.

OVELHA NEGRA, que está sendo financiado pelo Fumproarte da SMC - PMPA, tem texto de JORGE REIN e direção de LUCIANE PANISSON. No elenco estão CÍCERO NEVES, LETÍCIA SCHWARTZ, MAGALI HOCHBERG, PATRÍCIA RAGAZZON e PATRÍCIA SACCHET.

terça-feira, julho 05, 2005

OVELHA NEGRA, amostra grátis de um ensaio sonoro

A Cia. Ameixa Fúcsia

faz parte do MOVIMENTO DE GRUPOS DE INVESTIGAÇÃO CÊNICA DE PORTO ALEGRE, que batalha principalmente pela aprovação do Programa Municipal de Fomento ao Teatro e Dança - que tem como finalidade o apoio à manutenção e criação de projetos de trabalho continuado em pesquisa de linguagem e produção cênica, visando não apenas o desenvolvimento desses trabalhos, mas o melhor acesso da população aos mesmos.

O primeiro manifesto "Arte Contra a Barbaridade" foi lançado com uma programação cultural repleta de atividades e apresentações entre os dias 28 de junho e 12 de julho.

A Cia. Ameixa Fúcsia apresentou no dia 1° de Julho, dentro desta programação, o experimento "OVELHA NEGRA, amostra grátis de um ensaio sonoro", sobre o material que vem sendo trabalhado na montagem de seu mais novo espetáculo OVELHA NEGRA. A função, que teve entrada franca, ocorreu na FÁBRICA, sede do grupo.

OVELHA NEGRA tem texto de JORGE REIN e direção de LUCIANE PANISSON.
No elenco estão CÍCERO NEVES, LETÍCIA SCHWARTZ, MAGALI HOCHBERG, PATRÍCIA RAGAZZON e PATRÍCIA SACCHET.

REALIZAÇÃO:

MOVIMENTO DE GRUPOS DE INVESTIGAÇÃO CÊNICA DE PORTO ALEGRE:

Ameixa Fúcsia, Corpo Estranho, Cia Teatro Di Stravaganzza, Cia Terpsi –Teatro de Dança, Depósito de Teatro, Falos & Stercus, Firuliche, Gente Falante – Teatro de Bonecos, Grupo dos Cinco, Lumbra, Oigalê – Cooperativa de Artistas Teatrais, Os Enganadores, Povo da Rua-Teatro de Grupo, Teatro Íntimo – Núcleo de Experimentos e Tribo de Atuadores Oi Nóis Aqui Traveiz

segunda-feira, junho 13, 2005

Coro Sinfônico da OSPA


Coro Feminino da OSPA no 2º Concerto Série Vermelha
Temporada 2005Posted by Hello

TERCEIRA SINFONIA DE MAHLER
sob regência de Isaac Karabtchevsky

sexta-feira, março 11, 2005

Bacharel em Artes Cênicas - Hab. em Interpretação Teatral


Posted by Hello Bacharel em Artes Cênicas, pelo Departamento de Arte Dramática do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Formatura Artes Cênicas 2004/2

sábado, dezembro 18, 2004

MOSTRA DE TEATRO DO DAD 2004/2

Magali e Fernanda em SCREAM! - apresentado dentro da Mostra de Teatro do DAD - 2004/2
foto de Eduardo Simioni Posted by Hello

atrizes + orientadora + diretor = SCREAM!


da esquerda para a direita:Fê Fernandes, eu, Míriam Amaral (nossa querida orientadora) e Mauro Menine Posted by Hello

SCREAM! - Projeto de Graduação

DIREÇÃO VI: Mauro Menine

INTERPRETAÇÃO VI: Fernanda Fernandes e Magali Hochberg

ORIENTAÇÃO: Miriam Amaral


Apresentamos o espetáculo nos dias 09 e 10 de Dezembro, às 19 horas,
na Sala Qorpo Santo (Campus Central da UFRGS), com ENTRADA FRANCA

* * *

SINOPSE:

Adele Gorelli em sua busca por emprego, depara-se com um universo laboral absurdo, no qual vivencia situações desconcertantes. Mais que suas qualificações profissionais, sua condição humana é colocada à prova. O trabalho do homem passa a ser visto sobre a perspectiva do non-sense, no qual a lógica segue outras razões e tudo o que parece não é assim tão simples.

SCREAM!


foto de Myra Gonçalves Posted by Hello
FICHA TÉCNICA:

Concepção e encenação: Mauro Menine
Atuação: Fernanda Fernandes e Magali Hochberg
Texto: Adaptação de Fernanda, Magali e Mauro,
sobre textos de Dino Buzzati e Harold Pinter
Design de luz: Carina Sehn
Cenografia: Luciane Greve e Mauro Menine
Pesquisa sonora: Mauro Menine
Figurino: Fernanda, Magali e Mauro
Fotos: Myra Gonçalves

domingo, novembro 21, 2004

"Onde há fumaça, há fogo" - P.H.


Provérbio "Onde há fumaça, há fogo" Posted by Hello
(na foto: Letícia, Patrícia R. e Patrícia S.)

"PROVÉRBIOS HOLANDESES - pra quem sabe ler, um pingo (de tinta) é letra"
apresenta textos inéditos do escritor gaúcho Jorge Rein (Prêmio FUNARTE de Dramaturgia 2003), inspirados no quadro PROVÉRBIOS HOLANDESES, de Pieter Bruegel. Cada conto trabalhado se refere a um provérbio correspondente a um detalhe do quadro de Bruegel.Trata-se de um projeto multimídia da CIA. AMEIXA FÚCSIA, em que a proposta cênica dialoga com imagens projetadas, e conduz a narrativa de acordo com a pintura e seu provérbio equivalente.


SINOPSE:

"PROVÉRBIOS HOLANDESES - PRA QUEM SABE LER, UM PINGO (DE TINTA) É LETRA" utiliza 7 contos, e, conseqüentemente, 7 provérbios e 7 fragmentos da figura de Bruegel, com os quais as atrizes montam um “quebra-cabeças”. Como numa lente de aumento, a ampliação das ações sugeridas no quadro, revelam situações humanas que ora divertem e ora sensibilizam o espectador.

"Onde há fumaça, há fogo" - PROVÉRBIOS HOLANDESES


Provérbio "Onde há fumaça, há fogo"
(na foto: Letícia Schwartz) Posted by Hello


FICHA TÉCNICA:

TEXTO:
Contos de Jorge Rein(inspirados na obra "Provérbios Holandeses", de Pieter Bruegel)

ROTEIRO:
Cia. Ameixa Fúcsia

ELENCO:
Letícia Schwartz
Patrícia Ragazzon
Patrícia Sacchet

COLABORAÇÃO CÊNICA:
Magali Hochberg

FIGURINOS:
Magali Hochberg

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO:
Patrícia Ragazzon

REALIZAÇÃO:
Cia. Ameixa Fúcsia